Nas telas imensuráveis do infinito,
Vislumbrei de longe um grito!
Afastei-me com receio sem par.
Busquei refúgio no mar.
Vislumbrei de longe um grito!
Afastei-me com receio sem par.
Busquei refúgio no mar.
Mar da tranquilidade.
Mar da inquietação... Não sei!
Inquieto sem saber!
Desarvorado no saber!
Mar da inquietação... Não sei!
Inquieto sem saber!
Desarvorado no saber!
Chamado pelo dever.
Fugindo sem o saber!
Fugindo sem o saber!
Do
grito, restou-me um eco no íntimo surgir!
O eco apossou-me o Ser.
Sem poder deixar de ouvir,
Tive de sucumbir ao dever de ser!
Otaviano Maciel de Alencar Filho
O eco apossou-me o Ser.
Sem poder deixar de ouvir,
Tive de sucumbir ao dever de ser!
Otaviano Maciel de Alencar Filho

Nenhum comentário:
Postar um comentário