Ah, o grito da liberdade!
O doce gosto do imprevisível engano;
Sobretudo a mais tenra lealdade
O sabor amargo do desengano;
O fruto proibido da insensatez: Humano!
Real leveza do ser em constante lapidação
Desfaz a tônica cartesiana em sólido
persistir!
Jaz, sobre alicerces vivazes,
Em pleno vigor febril
Envolto em azáfamas sutis.
Sobriedade, alteridade!
Acima a lealdade!
Ser do Ser
Ainda assim poder!
Tamanha sapiência
Desdenha a ciência
Em tom de demência!
Otaviano Maciel de Alencar Filho
(Copyright© 201 by Otaviano Maciel de Alencar Filho)
(Copyright© 201 by Otaviano Maciel de Alencar Filho)

Nenhum comentário:
Postar um comentário